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Conformidade que resiste a uma inspeção, não apenas ao papel.

Trabalho com empresas que tratam dados de pessoas e dependem de sistemas para operar. A abordagem é sempre a mesma, começar por saber onde está, decidir o que importa, e só depois agir. Sem alarmismo e sem jargão desnecessário.

01

Diagnóstico de conformidade

Para quem não sabe ao certo onde está exposto.

É o ponto de partida de qualquer trabalho sério, e resolve a pergunta que quase todas as empresas têm por responder, a de saber que dados trata, onde residem e a que obrigações está sujeita. Levanto o que existe, identifico as lacunas face ao RGPD e, quando aplicável, à LGPD e ao regime de cibersegurança, e devolvo um retrato claro com prioridades.

Recebe um relatório com o retrato da situação, as lacunas identificadas por ordem de gravidade e um plano de ação faseado, escrito para ser compreendido por quem decide e não apenas por juristas.

02

DPO externo

Para quem precisa de um Encarregado de Proteção de Dados sem contratar um a tempo inteiro.

A lei obriga muitas organizações a designar um Encarregado de Proteção de Dados, e permite que essa função seja exercida por alguém externo. É um acompanhamento contínuo, não um documento entregue e esquecido. Assumo a função com a independência que ela exige, servindo de ponto de contacto com a autoridade e de apoio à decisão no dia a dia.

Fica com a função assegurada e documentada, acompanhamento contínuo das obrigações, resposta aos pedidos dos titulares, apoio em caso de incidente e contacto com a autoridade quando necessário.

03

Cibersegurança, NIS2 e AI Act

Para quem tem obrigações técnicas e não encontra quem fale as duas línguas.

É aqui que a conformidade deixa de ser um exercício de papel. O novo regime de cibersegurança e as regras emergentes sobre inteligência artificial exigem medidas concretas nos sistemas, e exigem que se consiga demonstrá-las. Um escritório de advogados raramente percebe a arquitetura por baixo, e uma empresa de informática raramente percebe o que a lei exige. Trabalho no meio dos dois.

Fica a saber se está abrangido, o que tem de fazer em concreto, como o demonstrar perante a autoridade, e com apoio na preparação da resposta a incidentes.

Como trabalho

Primeiro percebo a situação, depois digo o que é mesmo prioritário, e só então avançamos. Prefiro prevenir a remediar, prefiro clareza a jargão, e prefiro dizer-lhe qual é o risco real a vender-lhe medo. Cada trabalho é orçamentado em função do caso, porque uma empresa com três pessoas e uma com trezentas não têm o mesmo problema.

Comece por saber onde está.

A primeira conversa serve para perceber a sua situação e dizer-lhe, com franqueza, se e como posso ajudar. Não tem qualquer compromisso.

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